Índice
Introdução
A corrente para soldar metalon exige ajuste preciso, pois tubos e perfis metálicos finos dissipam calor rapidamente e podem furar com facilidade. De forma geral, a corrente para soldagem de metalon fino varia, dependendo da espessura da parede, do processo utilizado (MIG/MAG, TIG ou eletrodo) e do tipo de junta.
Portanto, ele deve regular a corrente conforme a espessura do material e o diâmetro do consumível, a fim de evitar excesso de penetração e retrabalho. Além disso, o uso de inversoras modernas facilita o controle estável do arco e contribui para um acabamento uniforme, especialmente em estruturas leves e serralheria metálica.
O que é metalon e quais os desafios na soldagem?
O metalon é um perfil tubular de aço carbono, geralmente com formato quadrado ou retangular e paredes finas, amplamente utilizado em estruturas metálicas, portões e móveis industriais.
Apesar de facilitar o corte e a montagem, essa baixa espessura exige atenção na escolha da corrente para soldar metalon, já que pequenas variações impactam diretamente o resultado. O controle térmico é essencial: corrente alta pode perfurar o material, enquanto corrente baixa compromete a fusão e a resistência da solda.
Entre os principais desafios na soldagem de metalon, destacam-se:
- Risco de perfuração da parede do tubo.
- Deformações térmicas e empenamentos.
- Dificuldade no controle do arco elétrico.
- Necessidade de ajuste preciso da corrente para soldar metalon.
O formato tubular do metalon dificulta a dissipação do calor, exigindo ajuste preciso da corrente e outros parâmetros. Processos como MIG/MAG, TIG e eletrodo revestido podem ser usados, desde que bem regulados.
Entender o comportamento térmico do material é essencial para garantir qualidade, evitar retrabalho e manter padrão em aplicações industriais.
Corrente para soldar metalon: qual a faixa ideal?

Definir a corrente para soldar metalon corretamente é fundamental para garantir uma solda eficiente, sem comprometer a integridade do material. De forma geral, a faixa recomendada varia entre 40A e 90A, dependendo diretamente da espessura do metalon e do diâmetro do eletrodo utilizado.
Exemplos práticos:
- Chapas finas (18–20): entre 60A e 80A.
- Eletrodo 2,5 mm: até 85A.
- Eletrodo 2,0 mm: utilizar correntes mais baixas para evitar perfurações.
Impacto da corrente na soldagem:
- Corrente alta: pode perfurar o material, causando falhas estruturais.
- Corrente baixa: gera falta de fusão, comprometendo a resistência da solda.
Por isso, o ajuste correto da corrente é determinante para obter um cordão uniforme, com penetração eficiente e acabamento adequado.
Técnicas para evitar furar o metalon durante a soldagem
Soldar metalon exige controle térmico e precisão, já que se trata de um material com paredes finas e alta sensibilidade ao calor.
O excesso de corrente, aliado a técnicas inadequadas, pode facilmente causar perfurações e comprometer a estrutura. Por isso, aplicar métodos corretos de execução e regulagem é essencial para garantir uma solda limpa, resistente e sem retrabalho.
Solda ponto a ponto (tack welding)
A aplicação de pontos de solda, em vez de um cordão contínuo, reduz o acúmulo de calor em uma única área. Isso é essencial para evitar que o metalon, por ser fino, acabe perfurando. Além disso, melhora o controle do alinhamento e da penetração.
Controle do tempo de arco aberto
Manter o arco elétrico ativo por muito tempo em um único ponto aumenta o risco de queima da chapa. O ideal é trabalhar com toques rápidos, abrindo e fechando o arco conforme necessário. Isso ajuda a controlar melhor a temperatura e o acabamento.
Movimentos curtos e rápidos
Movimentos curtos evitam a concentração excessiva de calor e permitem uma distribuição mais uniforme ao longo da peça. Já movimentos lentos e longos aumentam o risco de deformações. O controle da velocidade é fundamental para uma solda eficiente.
Resfriamento entre passes
Dar intervalos entre os pontos de solda permite que o material esfrie naturalmente. Isso evita o acúmulo de calor e reduz o risco de furos e empenamentos. É uma prática simples que melhora significativamente o resultado final.
Importância da prática e regulagem fina
A regulagem correta da corrente, aliada à prática, é fundamental para resultados satisfatórios. Pequenos ajustes fazem diferença na qualidade da solda. Testes prévios ajudam a encontrar o equilíbrio ideal entre técnica e configuração da máquina.
Diferença de corrente em soldas de topo e de ângulo

A regulagem da corrente para soldar metalon varia conforme o tipo de junta, pois a geometria influencia diretamente na dissipação de calor e na penetração da solda.
- Solda de topo:
- Corrente menor (aprox. 60A–65A).
- Indicada para chapas alinhadas, com menor volume de material.
- Reduz o risco de perfuração em metalon fino.
- Solda de ângulo:
- Corrente ligeiramente maior (até 75A).
- Utilizada em junções em “L” ou sobrepostas.
- Exige mais calor para garantir fusão adequada nas duas faces.
- Justificativa técnica:
- Distribuição de calor varia conforme o tipo de junta.
- Maior área de contato demanda mais energia.
- Aplicações práticas exigem ajustes finos para evitar falhas e garantir resistência estrutural.
Erros comuns ao definir a corrente para soldar metalon
Definir adequadamente a corrente para soldar metalon é primordial para garantir qualidade e evitar retrabalho. No entanto, alguns erros ainda são frequentes e podem comprometer o resultado final da solda.
Veja os principais:
- Corrente muito alta, causando perfuração e deformação do material.
- Uso de eletrodo inadequado para a espessura do metalon.
- Falta de teste prévio antes da soldagem definitiva.
- Ignorar a espessura do material na regulagem da corrente.
- Não ajustar a técnica de soldagem conforme a aplicação.
Boxer Soldas: tecnologia e qualidade para soldar metalon com precisão
A definição adequada da corrente para soldar metalon influencia diretamente a penetração, o controle do arco e a qualidade do acabamento. Como o metalon possui paredes finas, o ajuste preciso da corrente evita perfurações e reduz retrabalho.
Além disso, equipamentos com controle estável facilitam a regulagem em processos como MIG/MAG, TIG e eletrodo revestido, conforme a espessura e o tipo de junta.

A Boxer Soldas, com anos de atuação no mercado, desenvolve soluções que oferecem controle confiável da corrente para soldar metalon em aplicações industriais e profissionais.
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Conclusão
Definir corretamente a corrente para soldar metalon é determinante para garantir boa penetração, controle do cordão e redução de retrabalho, especialmente em materiais finos. Ajustar a corrente conforme a espessura e realizar testes prévios evita falhas e desperdícios.
Fora isso, o uso de equipamentos de qualidade impacta diretamente na estabilidade do arco e na padronização dos resultados.
Nesse cenário, a Boxer Soldas se destaca ao oferecer máquinas modernas, suporte técnico e soluções completas para profissionais e indústrias em todo o Brasil, assegurando mais eficiência e precisão na soldagem.